Eu preciso gritar isso!

Tema da semana: Liberdade de expressão.

 

Pensei em tanta teoria política, para falar sobre esse post da semana, que até fiquei cansada! Mas não se preocupem, não chatearei vocês com teorias acadêmicas.   

Imediatamente, quando penso em “liberdade de expressão”, vem na minha cabeça a questão da fala, porém a liberdade de expressão está em tudo o que fazemos, e em como nossas ações afetam o outro.

Para ilustrar, tenho um exemplo (medíocre, mas um exemplo):

Nós não podemos andar pelados, fora de nossas casas, porque é proibido por lei (atentado ao pudor).

Mas, fala serio! Isso só virou lei porque essa ação, de andar nú pelo mundo, “afetava” (de alguma maneira), o outro.

(Esse tipo de liberdade de expressão, só é permitido, quando em relação as artes).

Nesse momento você deve estar-se perguntando: Mas e se eu for naturista, como faz?

Não faz, você se fodeu! Sua liberdade não será atendida em detrimento a liberdade do outro.

A expressão está no falar, no vestir, no comer, no consumir… e por ai vai.

A liberdade, por sua vez, não está em lugar nenhum! Amargamos uma gostosa “sensação” de liberdade, que se faz dentro de um conjunto definido de regras e códigos, estabelecidos pelo Estado e pelas instituições, nas quais estamos incorporados!

Na verdade estamos mais pra uma expressão de liberdade do que uma liberdade de expressão…

Na Vitrola (do alheio com o qual eu compartilho o vagão da CPTM):

PS: Não usar fones de ouvido no transporte coletivo, não é liberdade de expressão, e sim falta de educação! E tenho dito!

O Amor em Tempos Inesperados.

São Paulo, 22 de fevereiro de 2013.

Amor,

Por você eu dormiria até no chão gelado de uma agência de publicidade na zona sul, logo no primeiro encontro; fugiria pra praia de calça jeans e all star; gastaria todo meu dinheiro; pegaria o último ônibus pra voltar para casa, ou nem voltaria.

Mudaria a operadora e o número do meu celular. Aguentaria seus ataques de bipolaridade e tentaria conviver com todas as suas mentiras. Também pegaria a última sessão de cinema, mesmo sem ter como voltar pra casa. Ficaria ouvindo a mesma merda de música toda vez que seu celular toca. Eu te esperaria durante 04 horas no metrô ou mais, torceria pro São Paulo e comeria todos os tipos de sopas possíveis.

Eu conversaria com você pelo resto dos meus dias. E aceitaria o “clichê” como a forma mais sincera de tudo o que eu sinto. Mas você sabe, eu faria BEM MAIS do que tudo isso.

Que nosso “amor de verão”, dure todos os verões possíveis e que evoluamos sempre juntos.

Com amor todo o amor do mundo,

Os “também” do amor!

Tema da semana: Amor.

Eu entendo tanto de amor, e já tive tantos amores, que resolvi fazer um blog só pra falar deles! Mas só que não… amores que não tive!

O meu amor, nada tem haver com romance, está mais pra tragédia grega mesmo!

O meu amor me remete a tempo. Pode durar um olhar ou uma vida.

O meu amor é sempre em relação à… o amor nunca é sozinho. Por isso, esse negócio de “love is in the air” não existe no meu amor!

O meu amor é meu sentimento, e não o do outro, eu sinto meu amor o outro não!

No meu amor, existe o eu te amo, mas desconheço o eu também!

No meu amor ninguém pode também ser amado, apenas ser amado!

O meu amor é ridículo, como as cartas de Alvaro de Campos.

O meu amor é a melancolia dos olhos da Maysa.

O meu amor é um sorriso sem graça, acompanhado de um desvio de olhar.

O meu amor é cuidado.

O meu amor é meu, e por isso não pode ser também!

Na Vitrola:

Ah, o Amor ♥!

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Por que é tão difícil falar do Amor quando assunto é o Amor? 
É tão mais fácil falar do Amor quando o assunto não é ele: o Amor. Porque quando o assunto é Amor, parece que a gente trava, não encontra a palavra certa, o adjetivo correto, a definição adequada. Mas, espera, o Amor é assim, todo regradinho? Olha, francamente, o Amor não me parece ser pedante, do tipo que exige descrições exatas. O Amor só quer ser sentido, não se preocupa em ser explicado.
E eu sinto tanto… sinto tanto, mas tanto. Eu amo tanto, mas tanto, tanto, tanto, tanto, tanto…
O que seria da vida sem o Amor? Ah, que coisa mais tristonha e sem graça seria! Ah, que coisa mais cinza e sem aroma!
O Amor dá cor à vida. Pelo menos, a minha vida é muito mais colorida quando o Amor se faz presente.
E quando o Amor se faz presente?
O Amor se faz presente quando passo horas e horas nadando na minha piscina querida, sendo banhada por um sol maravilhoso, forte o bastante pra deixar em mim aquela minha marquinha famosa dos óculos da natação. As pessoas acham graça e dizem: “Ah, mas você não fica incomodada com essa marquinha dos óculos?”. Não, eu não fico. Porque é fruto do Amor. Eu amo esse negócio de nadar. Amo. E suspeito que vou continuar amando até o fim dos meus dias. E o sol me ama tanto, que mesmo colocando várias e várias camadas de protetor solar, não consigo ficar livre da marquinha dos óculos. É Amor demais. Sou eu amando a piscina e o sol amando me bronzear.
O Amor se faz presente quando mergulho numa leitura maravilhosa, quando me deixo envolver pela trama de um dos meus escritores favoritos. Amor é quando estou lendo um livro e, de repente, leio um trecho que me toca profundamente e eu paro pra escrevê-lo em algum lugar, pra depois mostrar a alguém. Porque eu compartilho Amor.
O Amor se faz presente quando eu entro numa biblioteca/livraria e me imagino ali pra sempre, em meio a tantas estórias de tantas pessoas que poderiam existir e serem minhas melhores amigas.
É Amor quando o vejo, ele, o moço dos olhos cor-de-mel, e não consigo conter o suspiro. Porque o Amor não é discreto. O Amor só quer ser amado. E eu amo o Amor, porque ele é a coisa mais bonita que eu já vi em toda a minha vida.
É Amor quando passo uma tarde animada com um amigo querido, falando de muitas coisas e de nada ao mesmo tempo e, quando cada um vai pra sua casa, fica aquela sensação leve dentro do coração, uma sensação de paz de espírito, de que eu não estou sozinha, de que tenho alguém pra compartilhar essa minha vida que pode ser bonita.
O Amor é…
Não sei, o Amor é tanta coisa numa coisa só. O Amor é tanta coisa boa junta. É arco-íris numa tarde de domingo. É uma caixa de lápisdecor. É um beijo desesperado, transbordando Amor na sua urgência. O Amor é tanta coisa que eu nem consigo enumerar, porque, de fato, é muita coisa.
Só sei que eu amo. E essa minha necessidade de amar nunca vai ter fim, eu sinto. Porque eu nasci com essa alma de poeta, essa alma sonhadora e livre.
O Amor é…

Amor.

• • •

Um abraço da @ericona.
Até a próxima!

O que é o amor, por Ronaldo Pereira, Santos SP.

O que é o amor?

O amor pra mim é o equilíbrio entre os sonhos e a realidade, Mesmo com todo o stress da rotina que a vida nos oferta temos amor pra sonhar, refletir, confabular. E se der tempo amar, amar?

O que é o amor? O amor é como o pé de vento, que é sentido mas não é visto,
Invisível.
Sensível e veloz como o tempo.
O amor que é como o tempo e o pé de vento.
É sentido mas não é visto.
Invisível.
Veloz, Sensível.

O que é o amor?

O amor é doce como o mel,
Suave como o cheiro de uma rosa,
Leve como as nuvens de um céu azul,

Quem ama decola,
Cria asas nos pés,
O amor move os corações,
remove as barreiras, fortalece a alma….

O que é o amor? Cumplicidade, parceria,
tristeza, Lágrimas, sorrisos e alegrias.
Sonhos coletivos, realizações e aprendizado,

O amor não reprime,
O amor não condena, nem julga,
O amor é um filme sem fim..

O que é o amor?
O amor ninguém explica,
e todos questionam,
Mas ninguém e nada responde,

O que é o amor?
Amor é ser você sempre,
doar sua melhor versão à sociedade,
Ser o melhor amigo do seu coração,
Entender e ser entendido,

Amar e ser amado,
que seja sempre infinito.

o amor é doce que ninguém come sozinho.

O que é o amor?

Quem é o Amor para você?

Essa semana o tema do 5ATEXTO é ele, senhoras e senhores, o Amor.
Então, se você tiver tempo, pode ver o vídeo sobre o texto.
Ou lê-lo. Nos dois casos, o que vale é a intenção do autor. 🙂

Acho que o Amor é a força de apenas um verso do Luan Luando,
em vamos “Reconstruir Palmares”.
ou de qualquer coisa escrita pelo Dorly nas madrugadas das redes sociais.
É a doçura da Karol,
a força tão amorosa da Mariana,
The Love is a hug from Areen,
ou o gingado que só o Dimas tem.
O Amor é uma gargalhada da Priscila na madrugada da Rua Augusta,
e a felicidade do Uni em mais um show do Móveis.
(o terceiro em um mês!)
O Amor é uma letra do Arnaldo Antunes,
musicada pelo Lenine.
Uma letra do Lenine cantada pelo Arnaldo.
O Amor poderia ser também o Arnaldo e o Lenine, numa pessoa só.

Já pensou?

O Amor é uma Praça Rosa no concreto de São Paulo.
É uma clown perdida no meio da Cidade de Deus,
e se encontrando justamente assim.
OASIS SEU CORAÇÃO, Juliana…

O Amor é ouvir que o trânsito está péssimo numa manhã chuvosa de segunda-feira,
na voz da Tetê.
É a Sofia e o Dodô como companhia,
um fim de semana inteiro em Bertioga.
Ou o G8 em família,
em um domingo qualquer de dezembro.
É qualquer sorriso da Lara;
ou qualquer abraço da Paola (sem risar!).
O Amor é uma conversa com o Shima,
seja ela sobre qual assunto for.
Ou uma tarde inteira com o Edgar,
falando sobre absolutamente nada.
É o Reinaldo e o seu Sol do meio dia,
em que ninguém faz sombra para ninguém;
E todo mundo brilha.

O Amor é o Kenny te contando sobre cultura Popular,
p a c i e n t e m e n t e,
enquanto bebe um suco exótico que ele acabou de conhecer.
É o Emygdio falando que política e coração é, no fim, tudo farinha do mesmo sonho.
O Amor é uma véspera de Natal quando a gente tem seis anos de idade.
e aquele abraço dos nossos pais quando tudo que poderia dar errado,
de fato, deu.
O Amor é o Rubens e o Gumboot,
Washington e o palco.
A Pri e a Mocidade.
O Massao e uma folha em branco.
O Amor …
O Amor é o Baltazar e o microfone.
O Flamengo Campeão aos 43 do segundo tempo,
em cima do Vasco…
no Maracanã.
É o Celso e uma escola em que se aprende a olhar o colorido da vida.

O Amor é uma noite de sexta-feira com 5 A Seco pra gente sonhar…
que para estar junto não é preciso estar perto,
e sim do lado de dentro.
O Amor é um sorriso fácil depois de conversar por dois minutos com a Julia,
é andar pelas ladeiras de Olinda,
em uma noite de Lua cheia,
de copos ainda mais;
e de corpos ainda mais.
O Amor é cada voltinha dos cabelos da Leidyla,
o jeito de te olhar que só a Fernanda tem,
ou cada elogio para a beleza impossível da Leila.
O Amor é uma Cerro Corá inteirinha,
indo e voltando.
Três vezes.
ou quantas vezes forem necessárias.

O Amor é meia hora olhando as areias de Isla Negra,
Sem piscar.
É um jantar com Elba e Andreas na noite de Santiago,
e aquele espanhol que só sai tão bonito assim da boca da Patrícia.
O Amor é o sotaque da Luiza,
que nunca foi pro Canadá.
Ou o da Marta, que nunca mais veio pra cá.
é o jeito de se explicar em português que só a Neža tem.
(e ninguém mais lá pelos lados da Eslovênia)
O Amor é aquela gente tão linda da Liberdade, em São Luis.
… e aquele sonho que é Peixinhos e sua poesia nossa de cada dia.

O Amor é ter a Babi tão perto,
mesmo estando tão longe de mim.
É saber que existem pessoas iguais ao Paulo andando por aí,
Iguais à Eliza, sorrindo por aí.
Iguais a Renata, Contando Histórias por aí.
O Amor é descobrir que o “por aí” é uma imensidão;
e que quem fica parado no mesmo lugar a vida inteira é poste.
Ou bobo.

O Amor é a Evelyn e os seus felizes fins de tarde em Maceió,
é a Érica, uma piscina e qualquer dia da semana de muito Sol.
O Amor são as histórias que só a Letícia consegue enxergar nos trens da CPTM,
quando volta do trabalho.
é a generosidade do Ronaldo proporcional ao seu tamanho,
Ou a leveza que a gente sente quando olha para a Jessica sorrindo.

O Amor é o último Sarau do Binho no ano (LOTADO!),
e uma ciranda com gente de todo os cantos da cidade na madrugada do Largo São Bento.
O Amor, cara, talvez seja pedir alguém em casamento,
antes mesmo do primeiro “eu te amo”.
De tanta certeza que se tem,
do que se tem.

Arriscado?

E daí?

Só se vive uma vida mesmo.

O Amor não é nada disso para você, não é?

O quem é o Amor pra você?

CORTEM O MAL PELA RAIZ!

Eu vejo caras de entendimento e pressinto rios de dúvidas.
É assim que seguimos no século XXI.
Não há mais o terror explícito,
Escondem – escondemos:
pavor do leigo;
pavor de errar;
tudo isso por medo do isolamento

Nos enganamos – NÓS!
Saber não é poder na era da informação.
Poder é fingir saber.

Máquinas espertas dão a resposta
enquanto você explode,
uma verdadeira crise de identidade
– Você não sabe? Como não?

Se o mal do século XX era a solidão,
o mal deste é o excesso de companhia
Cuidemos para que haja vida além da máquina.
Ode àquele ignorante que pergunta,
este, sim,  muda tudo
SEJAMOS-O!

Uma pergunta possui milhares de possíveis respostas,
Estas respostas, por sua vez, geram trilhões de dúvidas.
O que move o mundo é:

PERGUNTAR SEM MEDO
RESPONDER SEM MEDO.