O tempo

Esperar, é ver o tempo passar em câmera lenta, sem meter os pés pelas mãos e se não soubermos discernir o que, e quem estamos esperando, apenas estamos desperdiçando o que temos de mais precioso o “tempo”!!!!
E o que é o tempo?
O tempo é destrutivo, imperceptível, invisível e cruel com quem espera acontecer, alguns desperdiçam  sem saber que  ele não para e nem volta.
O mesmo é o único que define o passado, o presente e o futuro em questão de segundos…
E  parar no tempo e se privar de viver.
Por que o tempo nos da conhecimento que em livro algum se encontrará. o tempo é o professor na escola da vida que nos guia no caminho sem fim, que corremos com pressa sem tempo de ver o tempo.

Por isso aproveito da melhor forma possível o tempo que tenho na escola da vida, para que não seja em vão o tempo a mim ofertado e assim aprendi por que estou aqui.

o tempo

Vamos ali viver?

A vida? Ah, a vida é muito bela, amigo! Sim, é como a música diz: é bonita, é bonita e é bonita!

É sim! Não, não faça essa cara de descrente. A vida é bonita, sim. Não diga que não.

Sim, eu sei, eu sei, a vida não é um mar de rosas. Ah, como eu sei!

Mas olha, amigo. A vida não tem nada a ver com a nossa desgraça, com as nossas tristezas, com nossos tropeços.

Por muito tempo culpei, sim, a vida por muito dos meus desencontros.

Culpei o destino.

Acho até que culpei o papa. Ah, isso não importa!

O que eu quero dizer é que a vida é bonita, amigo. A vida é vasta, ampla, tão ampla, que nós nunca vamos visualizar a sua dimensão.

A vida guarda tantos mistérios, mas tantos… Esses mistérios desafiam filósofos, cientistas, astrólogos. Esses mistérios me desafiam. E creio que desafiam a você também, certo?

As dores e os desamores por quais passamos nessa vida nada tem a ver com a vida em si, mas sim com… com… Não sei a quem culpar. Quem sabe poderíamos culpar a nós mesmos?

Sim, porque complicamos o simples, procrastinamos tarefas que nos fariam bem por pura preguiça e/ou descaso.

A verdade, amigo, é que a gente deixa a vida de lado e nos fixamos em coisas inúteis.

A vida é um sopro, disse alguém. E é mesmo. A vida passa muito rápido, quase tão rápido quanto a velocidade da luz.

E a gente precisa aproveitar isso. Aproveitar a nossa vida. Aproveitar a vida. Aproveitar pra passarmos tempo ao lado de quem nos faz bem.

Porque o momento de ser feliz e fazer esse negócio aqui na terra valer a pena é agora. Não é depois. Não é amanhã. Não é segunda-feira. Não. É agora. Já.

Sei lá… sabe o medo de viver? A gente tem que perdê-lo, porque perder é natural da vida. A gente perde muitas coisas e essas perdas não são necessariamente fracassos. Algumas derrotas nos ensinam algo, nos fazem ter uma nova visão sobre uma determinada coisa. Não sei se nada é por acaso, mas acredito que algumas coisas que a gente vive não são em vão. Foram experiências que precisávamos viver pra valorizarmos melhor a vida, o nosso tempo, a nossa família, os nossos amigos. Enfim… a gente tem que valorizar o coração que bate do lado esquerdo do nosso peito. A gente tem que viver, cara!

Eu escrevi um amontoado de clichês, mas são clichês verdadeiríssimos. Sim, apelei até pra os superlativos. Estou feito José Dias. Saudações, José Dias. Falando em José Dias, obviamente lembro de Bentinho. Quem foi que estragou Bentinho? A mãe? Ele próprio? A desconfiança desmedida o cegou? Capitu não o traiu? Escobar era um bom amigo, então?

Sei que o final da vida de Bentinho não foi glorioso, não foi feliz. Foi amarga. E, amigo, eu não quero que você tenha uma vida assim, nem um meio nem um fim amargos.

Eu quero que a sua vida seja doce, mais doce que o doce de batata doce. Quero que você agarre a vida pelo colarinho e diga: “Vida, se prepare, porque agora eu vou te usar!”. Sim, feito o Coronel Jesuíno. Okay, nem tanto, Coronel Jesuíno era um homem bruto por demais. A vida não merece porradas nem brutalidades.

A verdade é que a vida é cheia de portas, cada qual abrindo pra um mundo fantástico, mundo que espera ansiosamente por nós, pra explorá-lo, experimentá-lo, vivenciarmos na potência máxima.

Eu mesma vou parar por aqui, porque preciso ir ali viver. Vamos comigo?

Erica Ferro

@ericona

A vida, o que você quer da vida

A vida é um bem individual ,de uso coletivo comentado e compartilhado em redes sociais, conferido a nós pelo prazer de nossos pais e a boa vontade do todo poderoso Deus.

Deus que, nos deu a vida, para cada um cuidar da sua e o ser humano pratico, cuida da vida alheia, sem convite e nem contrato, simplesmente pelo prazer de ter e transformar a informação.

A vida é um premio conquistado com prazer, o prazer que produz a vida, e o que conduz a vida é prazer da Satisfação.

Satisfação?

A satisfação, essa buscamos por esta longa estrada da vida,e quando chegamos no fim do caminho descobrimos que ainda estamos insatisfeitos, pelo simples fato de querer mais, insatisfeito?

Com o que?

Com a vida. O que a vida tem nos feito?

Só o tempo vai dizer

E se o passado vier de encontro com o futuro, não fique assustado, é a vida te dando um presente, e nesses momentos que a gente, sente e entende o por que da vida. a vida?

A  vida é simples nós quem complicamos pelo simples fato de se desafiar a descomplicar, não existe erro pra quem não para de tentar, isso é a vida, sorrisos, alegrias, vitorias e glorias….

Dias e dias vividos e sobrevividos intensamente na fé de um sonhador, que tudo vai dar certo, que o impossível não existe, que o sucesso é questão de tempo, pra que serviria a vida pra quem não serve pra viver.

Viva a vida intensamente pois o único imortal é o amanhã que nunca morre

sobre uma outra vida por aí.

“Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração”
Steve Jobs

Me lembro da cena. De onde eu estava, como eu estava. Só não lembro o que fazia. No quarto, à esquerda, tão pequeno quanto os recursos que o fizeram existir, o Motorádio 8 faixas, especialmente comprado para ouvir os jogos do Campeonato Carioca. Motorádio, você sabe, sintoniza emissoras do Rio de Janeiro como se fosse uma internet banda larga. Mas, isso, em 2003. Num tempo em que ter telefone fixo em casa era luxo, coisa de classe média. Imagine internet?

Segue.
A música terminou. Falava alguma coisa sobre um bom lugar pra se viver. Deu uns 2 segundos de silêncio, e o Ronaldo César entrou ao vivo anunciando a música, quem pediu e falando de um programa especial homenagem à quem a cantava. Falou ali algumas palavras que não lembro, e chamou um entrevistado “muito importante”, que entrou por telefone. Ligação ruim. Primeira tentativa caiu. Na segunda, uma voz inconfundível dizia alguma coisa sobre sua importância pro cenário musical, sua importância para a periferia, para a molecada que queria se salvar. Aquela voz, eu conhecia aquela voz: mano brown.
Eu não conhecia nada sobre a vida do Mauro Mateus dos Santos, que havia sido morto no dia anterior. Muito menos conhecia profundamente as letras do Sabotage, que o Brown tanto falava na 105 FM naquela hora. Os dois, que eram a mesma pessoa, mas nem parecia, era o assunto em tudo quanto é jornal. Talvez, muito mais pelas circunstâncias de sua morte, do que propriamente por ser uma artistas conhecido em todo o país. Do Sabotage, eu, no máximo, sabia a levada de suas músicas, de tanto que faziam sucesso naquele momento entre aqueles que curtiam rap. Mas, estranho, como essa cena ficou marcada na minha cabeça. As palavras, o dia, a cena, a ligação do Brown pelo celular, que insistia em cair quando passava em um túbel. Aquela conversa toda ficou desenhada na minha cabeça por anos e anos.

Eles se despedem. Ronaldo César oferece uma música para os familiares. A música mais bonita e verdadeira que já ouvi até hoje no RAP até hoje.

E ela começa a tocar.

A morte do Sabotage foi a primeira vez que eu, conscientemente, entendi que uma pessoa estava indo embora pra sempre, fisicamente falando. Indo embora, não deixando de existir, como pressupõe morrer. Estranho, né, trazer isso pra consciência justamente coma partida de alguém que eu nem ao menos conhecia como artista até aquela hora?!? Mas, aconteceu. Não sei explicar muito. Mas foi marcante. Tanto que dez anos depois, eu estou aqui escrevendo justamente sobre isso.
Mas, se o tema é a vida, para quê ficar falando da morte? Porque eu acho que, no fundo no fundo, a vida e a morte são lados de uma mesma moeda. Tudo a mesma coisa; é como se fosse o negativo e o positivo de uma foto, sabe? De um lado, mais colorido, mais vibração, pessoas sorrindo, jogos do Flamengo. O outro lado é o PB, é o contrário, e quase não se vê com nitídez os detalhes de cada canto da imagem. Mas quem disse que não jogam lá, desse outro lado, os craques do Flamengo do passado? Ninguém nunca voltou pra contar. Impossível saber.

Tem gente que está viva, mas é como se não fosse; não é notada, não é vista, não influencia, nem é influenciado. Acorda, se banha, pega uma roupa qualquer, vai pro ponto de ônibus, pega o ônibus, chega no trabalho, faz algo da qual não sente orgulho, nem que traz felicidade. Termina o trabalho, pega o ônibus de volta, cheio, chega em casa, come um jantar, conversa um pouco, toma banho e dorme, pra começar tudo de novo. Aos fins de semana não vive; descansa para trabalhar de novo, na segunda.
Isso é viver?

Hoje minhas palavras se foram.
Como a pessoa que tanto amávamos.
Força sempre.

3 R’s e outras claves

Tema da semana: Músicas que gostamos. 

Bom, se você é do tipo que lê meus textos, já deve ter reparado que todos são acompanhados de uma música, e sim, eu gosto de todas elas (menos a do lek)!

Com isso, essa publicação já poderia parar por aqui, não é mesmo?!

Mas sabe o que acontece…

Eu gosto muitoooooo de música, e por isso, as nove publicadas não seriam suficientes para expressar toda minha musicalidade, então resolvi fazer uma lista básica, com 10 músicas aleatórias da minha lista:

Novos Baianos – O petróleo é nosso

Cordel do Fogo Encantado – Pedra e bala (os sertões)

Karina Buhr – O pé

Ana Carolina – Homens e mulheres

Vinicius de Moraes e Toquinho  – Valsa para uma menininha

Los Hermanos – Ultimo romance

Cristiano Gualda cantando Noel Rosa – Dama do cabaré

Tortoise – Didjeridoo

Mallu Magalhães – Noll

Sepultura – Metamorphosis

 

Eu recomendo fortemente que você ouça todas essas músicas, e muitas outras que viram nas futuras publicações!

E se você achou um pouco eclético, acredite, poderia ter sido muito mais, mas é o que nós foi oferecido hoje pelo modo aleatório do Itunes.

 

E se você leu até aqui, deve estar se perguntando o porque dos 3 R’s do titulo… Eu com certeza estaria!

O que você precisa saber sobre meu gosto musical, é que ele possui 3 Reis!

O Rei Maior – Chico Buarque de Holanda

O Rei Nacional – Roberto Carlos

O Rei do Brega – Rey-ginaldo Rossi

E acredite, eles tem mais coisas incomuns do que você pensa!

 

Saideira:

O poder da musica que gostamos

Tudo na vida é musica desde o inicio ao fim da vida, das batidas do coração na barriga da mãe até as lagrimas da despedida, a chuva das tardes de Belém, o quebrar das ondas nas pedras do quebra mar, o choro da sua filha numa noite fria de outono, a gargalhada explosiva numa tarde qualquer, tudo é musica, vida musicada e o impacto que nos causa

A musica que gostamos tem o poder de nos transportar para um mundo surreal, dependendo do momento a musica é uma viagem, sem bilhete ao infinito mundo dos sonhos.

Quando estamos plenos de afeto e amor tem musicas que nos leva em pensamento onde o amor está, também tem aquela musica que assim que começa a tocar, se aumenta o volume no máximo, os pés ganham molas, rodas ou asas e o coração assume a voz e assim cantamos bem alto, sem se importar se canta bem ou canta mal, se alguém ouviu ou o que vão pensar nesse momento só se quer cantar e dançar a musica.

Existem aquelas musicas que te prendem no fone de ouvido parado em silencio de olhos fechados pra entender a mensagem que a alma interprete traz do coração do compositor.

Existem musicas que tem o poder de revolução, trazem informação, conhecimento, postura, exemplos de vida e varias interpretações, aquela musica que te rouba a atenção que te faz refletir e tentar entender por que o munda é assim…

Quem foi que nunca ouviu a mesma musica varias vezes pra assimilar a mensagem transmitida Salve o RAP NACIONAL, o Samba de Raiz, Salvem a cultura popular regional essa que no estado de São Paulo é um mix de Brasil.

Musica que gosto?
Sei lá gosto de musica

DJ solta o som….

sobre musicar-me. e continuar existindo.

noturno

o desafio do 5aTexto essa semana é escrever sobre a música que mais gostamos. não sei, mas me veio muito forte essa música do Aurio Corrá, logo quando o descobri. o estranho é que essa música me traz uma memória muito triste. é ouvi-la e ver, na minha frente, uma televisão com uma imagem esverdeada e as sirenes de cabul anunciando que a primeira bomba, o primeiro míssil inteligente, enfim, passou pela bateria anti-aérea afegã; a guerra havia começado, oficialmente.
que louco, né? como uma música consegue te trazer sensações e lembranças que você, na hora, nem imagina que registrou.

minha contribuição é essa.
.
pense aí na sua vida,
um dia que seja,
em que um som qualquer não tenha se feito presente.
trilhando seus dias de ponta a ponta,
de conta a conta,
te fazendo passar da conta de tanto lembrar,
do que você preferia esquecer,
e não vai.

lembrou?

pensei aí um dia que seja,
em que você não ouvisse lá do fundo da cabeça;
dos seus mais antigos pensamentos,
ou vindo das casas da rua estreita da sua casa,
das suas passadas largas,
ou da dor de Amor mais antiga,
uma trilha sonora perfeita que te acalme,
e te silencie de fora pra dentro;
e ao redor.
e ao seu redor…

pensou?

pense aí na sua vida,
um dia que seja,
em que um pôr do sol de uma sexta-feira qualquer,
não tenha tido o mesmo acorde,
do acorda que você ganhou,
quando seu o Amor chegou e disse:
– não te quero mais. Acabou.

pensou?

Não há vida sem música.
Nem riso, nem pranto,
nem dor.

Tudo isso, sobre música, sofrer e Amor me lembra Cazuza.
Coincidência: Agenor.

“Escrevo numa tarde cinzenta e fria
Trabalho pra espantar a solidão e meus pensamentos
Hoje assumi em público minha doença
Estou mais leve, mais livre
Mais ainda tenho muitos medos
Medo de voar, de amar
Medo de morrer, de ser feliz
Medo de fazer análise e perder inspiração
Ganho dinheiro cantando minhas desgraças
Comprar uma fazenda, fazer filhos
Talvez seja uma maneira de ficar pra sempre na terra
Porque discos arranham e quebram
Amor,
Cazuza”
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